Já no primeiro período

25 06 2008

No primeiro período de faculdade de jornalismo os alunos ainda não estão muito entrosados com o curso, não conhecem os laboratórios e sentem falta de produzir trabalhos em outras áreas que não seja a redação para o impresso. Para dar novas alternativas aos calouros e impulsionar a turma com um trabalho diferenciado, a professora Mari Spessatto coordena, na disciplina de Língua Portuguesa I, uma produção que visa transformar um discurso escrito em outras formas de linguagem como vídeo, fotografia, música, radionovela e quadrinhos. A turma que hoje está no quinto período trabalhou com A Metamorfose de Franz Kafka e no ano passado o texto foi O amor é uma Falácia de Max Shulman.

Neste semestre a turma do primeiro período reinventou o conto Um discurso sobre o método de Sérgio Sant’Anna, baseada na obra de mesmo nome do filósofo René Descartes. “O trabalho possibilitou diversas leituras sobre um mesmo texto e possibilitou trabalhar com áreas novas, para mim a Tv”, comentou a estudante Camila Arruda que produziu o vídeo Um discurso sobre o método junto com Alexssandra Mezomo, Julherme Pires, Neusa de Carvalho, Rafaela dos Santos e Thiago Zaboenco. Confira:





Atualidade e interatividade são temas de discussão

29 05 2008

No último dia 16 de maio, uma aula interdisciplinar envolveu os acadêmicos do primeiro, terceiro, quinto e sétimo períodos de Jornalismo. As disciplinas Sociologia da Comunicação, Técnica de Reportagem e Entrevista II, Edição Jornalística e Teorias do Jornalismo trouxeram os pioneiros de um site jornalístico de Chapecó.

De acordo com o professor de Teorias do Jornalismo e coordenador do curso, Jorge Arlan, o objetivo foi discutir com os alunos a interatividade e instantaneidade que a era digital proporciona. Os responsáveis pelo portal de notícias DeFato falaram sobre as dificuldades financeiras, o público-alvo e a seleção de notícias.





Gabriela: a caloura que não gosta de ficção

29 05 2008

“Quando nascem, alguns começam a comer, outros não; a seguir, alguns vão cedo para a escola, outros não. (…) Dos que nasceram em berço pobre, quase nenhum vai garantir ascensão social por meio do diploma; a probabilidade é igual à de ganhar na loteria”, disse Cristóvam Buarque no livro preferido da caloura Gabriela.

Ela que veio de Coronel Freitas, é filha única do seu Itamar e da dona Geneci Casarotto Daniel. Segundo a certidão de nascimento, ela tem 18 anos e herda o mesmo sobrenome dos pais.

Além do livro “O Berço da Desigualdade”, de Cristóvam Buarque, e de Sebastião Salgado, ela adora ler sobre fotografia e não curte ficção. Sua música preferido é “Quase sem querer”, da Legião Urbana, e seu lugar preferido é a praia. Na hora do vestibular optou pelo jornalismo por se identificar com o curso.

Dormir é o esporte da Gabriela! Sente saudade da infância, torce pro time gaúcho que tá de férias e seu maior sonho é ser feliz! Ah, a festa de aniversário rola no dia 10 julho, anotem aí!





Calouros: Ter a experiência prática é uma coisa e ter conhecimento universitário é a complementação do profissional que busca estar a altura do mercado

5 05 2008

O casal Pompilio Dias Pedroso e Julia Schneider Pedroso teve onze filhos. Um deles é Américo Francisco Pedroso, que nasceu no dia 15 de setembro de 1956, em Chapecó. O primeiro vestibular prestado foi para Medicina em Passo Fundo, em 1977. Como não tinha recursos finaceiros para manter o caro curso precisou disistir da idéia. Na época queria ser médico ou advogado.

Ele chegou a trabalhar durante um ano em uma revista mensal de Chapecó, mas ela veio a falir. Resolveu criar sua própria, chamada Nossa, mas na sexta edição, Américo sofreu um grave acidente e precisou fechar a publicação. Em 2001, publicou seu primeiro jornal semanal, onde trabalhou quatro anos. Hoje trabalha no diário A Verdade, já há três anos. O jornal atinge 64 municípios.

Obcecado pela profissão, apaixonou-se pelo jornalismo. “Escolhi jornalismo porque é uma profissão com a qual me identifico e é a melhor profissão”, disse. Não gosta de fazer reportagens policiais e muito menos sensacionalistas. O que gosta mesmo é de escrever na coluna que mantém no jornal, porque ali pode colocar sua opinião. Sua alegria é ver quando as pessoas estão lendo o jornal na rua xingando ou sorrindo – o que interessa é que elas lêem seu jornal.

Américo adora vários estilos de música, por isso não se identifica com nem um estilo musical específico. Adorou o livro O Segredo, de Rhonda Byrne, e também gosta de trabalhar e conversar com os amigos. Seu sonho é sempre ser feliz, com dificuldades ou não. É torcedor do Grêmio e gosta de todos os esportes. Ele adora curtir as coisas boas da vida. E como bom jornalista ele gosta de ler notícias diariamente.

Sua frase de vida: “Desistir jamais”.

Se você quiser conversar com nosso colega Américo, seu email é: averdade@.zipway.com.br





Calouros: Quem sabe, especialista em cinema

5 05 2008

Os alunos do primeiro período continuam a responder nossas perguntinhas animadas e a cada entrevista respostas interessantes acontecem. O segundo entrevistado da minha listinha é o Julherme José Pires, que nasceu na cidade de Rondinha, Rio Grande do Sul, no dia 12 de dezembro de 1989. É filho de Oneide e José Pires e tem mais quatro irmãos.

Apesar de ainda não ser formado ele escolheu jornalismo porque ama a profissão. E pretende ser diretor ou escritor ou um jornalista especializado em cinema. O lugar predileto de Julherme é a esquina, porque ali ele encontra seus amigos e rola um papo muito descontraído.

Música predileta. I’m with you – Avril Lavigne

Um livro Norquest – próprio, em final de produção”

Que tipo de coisas gosta de ler? “Mistério”

Pratica esportes? “Sim, futebol.”

Para que time torce? “Grêmio -> e Chapecoense também!”

E o que mais vc quiser me falar sobre vc: “Se quiser me conhecer de verdade, eu sou legal! :)

Algo que sente saudade. “Infância.”

Se alguém quiser bater um papo com nosso colega, aqui estão alguns contatos…

Orkut: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=5034421881352982587
MSN e e-mail: julhermepires@yahoo.com.br
Blog: http://jornalistasunochapeco.blogspot.com/





Caloura solidária com nosso blog

5 05 2008

Hoje é a vez da gremista Gabriela Casarotto Daniel, que vai fazer aniversário no dia 10 de julho (esperamos a festa!). Nossa amiga nasceu em Coronel Freitas, filha única de Itamar Lourenço Daniel.

Gabriela adora leitura e nos dá uma boa dica de leitura: O Berço da Desigualdade, dos autores Sebastião Salgado e Cristovam Buarque. Ela também gosta de ouvir música, principalmente Quase sem Querer, do Legião Urbana.

O que ela não gosta de fazer é praticar esportes. Cuidado menina, esporte faz bem para a saúde! Gabriela sente muita saudade da infância (parece que muita gente sente saudades disso, né?). O lugar mais admirado por ela é a praia. E seu maior sonho é SER FELIZ SEMPRE.

Nós encerramos mais um post com a frase preferida de nossa coleguinha: “Nada torna um sonho impossível, a não ser o medo de fracassar” (PAULO COELHO).





A futura correspondente de guerra

5 05 2008

Se tem uma coisa de que a Yumi entende muito é escolher time de futebol pra torcer. Não dá pra deixar de mencionar que ela é fiel torcedora do grande Internacional. Ah, vocês já devem ter visto ela de roupa e de cabelos vermelhos por aí. Mas no que se trata de praticar esporte mesmo, ela jura que se sai bem no truco.

Ilmara Domingues Diniz nasceu na quarta cidade mais antiga de Santa Catarina, a antiga São José da Terra Firme, hoje simplesmente “São José”, aquela que fica do ladinho de Florianópolis, sabem? (Se não souberem, procurem no mapa).

Seus pais, Ilmar Farias Diniz e Bernardete Domingues Diniz, tiveram quatro filhos, e por gostar de jornalismo Yumi veio pra cá, pra Unochapécó, ser nossa coleguinha. Ela nasceu em 1990 e só fica maior de idade no finalzinho deste ano. Seu livro predileto é “Onze Minutos”, do Paulo Coelho, mas ela diz que gosta de ler de tudo um pouco. Ah, a música que ela mais gosta se chama All About You, e quem toca é Mcfly.

Desde que entrou pra faculdade sente saudade das tardes ociosas em que ficava deitada no sofá com um pacote de bolacha. Era bom demais. Boa companhia é o que torna um lugar bom para ela (será o curso de jornalismo o melhor lugar do mundo, então? Talvez não, ué). O maior sonho de Yumi, como jornalista, é fazer a cobertura de uma guerra. Quem quiser contatar a corajosa pode adicionar o msn yumiizinhaaa@hotmail.com





Calouros: A vez da caçula

5 05 2008

A caçula da turma do primeiro período de Jornalismo, Adriane Biasi Rech, aceitou o desafio e fala pra nós um pouquinho sobre sua vida. Ela é a mais nova da turma porque nasceu em 15 de janeiro de 1991, em Quilombo. É filha única de Dolcimar Rech e Elisabete Biasi Rech.

Desde que conheceu um amigo que é assessor de imprensa se interessou pela profissão, por isso escolheu cursar Jornalismo. “Gostei da escolha e decidi ir em frente nessa profissão. Acredito que seja uma das melhores profissões que podem existir, pois temos o poder de levar a informação para muitas pessoas em nosso país e no mundo”, disse nossa colega.

Ela adora o som de Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Cazuza, mas sua música predileta é de Renato Russo, porque fala muito da vida. Como boa estudante de jornalismo adora ler principalmente livros de romance e investigativos. O melhor que já leu foi O Caçador de Pipas, do Kaled Hosseini. “Maravilhoso, realmente sente todas as emoções dos personagens.”

Adriene adora sair com os amigos, ir para festas e ter uma boa conversa. Ela sente saudades da infância, das brincadeiras dos amigos de ensino médio, porque “eles eram umas feras”.

O sonho de nossa colega é como o de muitos: terminar a faculdade, ser muito feliz e ajudar o máximo de pessoas. Ela gosta de praticar esportes como vôlei, futebol e natação, e caminha para não ficar sedentária. Seu time do coração é o Internacional.

Sua frase preferida é: “A vida não vai esperar seu sonho se realizar. Ser feliz vale muito.”

Nosso muito obrigado, Adriane.





Seminário de Atualidade 2008: um espaço para discussões no curso de jornalismo

23 04 2008

Discutir questões da atualidade que possam ser geradoras de conhecimento e ouvir diversas opiniões sobre um mesmo tema são fatores importantes na vida de qualquer “aspirante” a jornalista. O Seminário de Atualidade, promovido anualmente pelo curso de Jornalismo, procura sempre trazer aos acadêmicos a possibilidade para este tipo de aprendizado.

A edição deste ano inicia no dia 22 de abril. Terá como foco para as discussões o tema “As expressões marcantes na literatura, na música e no cinema brasileiro”. Para o primeiro dia estará presente o palestrante Maurício Monteiro, professor de Música do Conservatório Musical do Brooklin, que vai falar aos presentes sobre “Música e brasilidade: do lundu ao funk”. No dia 23 as discussões apóiam-se em dois temas: “Um cenário do cinema no Brasil: raízes, impactos e perspectivas” e “O significado de Glauber Rocha para o cinema brasileiro”, com o sociólogo e professor universitário Sérgio Santeiro. Para este dia também está programada a exibição de filmes curta-metragens para posterior discussão sobre conteúdo e forma.

No terceiro dia, além da palestra “Obras que disseram o Brasil”, com o escritor Paulo Seben, haverá o painel “Expressões marcantes: outros olhares” com a participação do professor de letras da Unochapecó Valdir Prigol, do teatrólogo Avito Darci Correa e do especialista em cinema João Fernando Lucas.

O último dia encerra o cronograma do Seminário com a explanação da jornalista e mestre em Antropologia Social Cláudia Lago, que falará sobre “O ethos romântico do Jornalismo percebido pelo cinema”.

Todas as discussões acontecem no auditório do bloco G e iniciam às 8h. É válido lembrar que a participação dos acadêmicos de jornalismo é indispensável uma vez que é obrigatória para conclusão do curso e recebimento do diploma.





Atrasado, mas tá valendo.

10 04 2008

É tão engraçado como quase tudo, menos jornalista, vira notícia. Alguns lembraram sim, até deram um tapinha nas costas daquele colega e blábláblá. E não falo de comemoração, mas de um momento de reflexão pessoal sobre o real papel que estamos, ou que deveríamos, ou que vamos cumprir como jornalistas e formadores de opinião.

No dia 7, foi comemorado um dos nossos três dias comemorativos (eita gente que se sente importante), o Dia do Jornalista.

A data foi estipulada pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) em homenagem ao jornalista e médico João Batista Líbero Badaró, morto em São Paulo, em novembro de 1830, por inimigos políticos. Curiosamente, o Dia do Jornalista é também comemorado no dia 24 de janeiro, por ser a data do padroeiro da profissão, São Francisco de Sales, e no dia 29 de janeiro, como homenagem ao jornalista José do Patrocínio. Com tanta data comemorativa, tá na hora de fazer acontecer, não acham?

Quem sabe é hora de olhar por cima da superficialidade da imprensa em geral, estudar novos focos, quem sabe criar motivação para fazer um jornalismo de humildade e de respeito. Talvez seja um bom momento para descer do palco, deixar de sonhar com o estrelato e usar e abusar dos espaços democráticos que estão no alcance de nossas mãos para tratarmos de causas que realmente importam.

Atrasado, mas cheio de boas intenções, aí vai o nosso parabéns a todos os jornalistas e futuros colegas de profissão.