Formandos correm contra o tempo no desenvolvimento dos TCCs

5 05 2008

Conforme encontro coletivo sobre os Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), a maioria dos alunos se encontra na fase de levantamento de dados, entrevistas e questionários. Depois disso, eles se dedicarão às análises das pesquisas e às conclusões que chegaram.

A defesa dos trabalhos ocorre dos dias 23 a 27 de junho. Os alunos correm contra o tempo já que também estão preparando os Projetos Experimentais (PEX). De acordo com o coordenador de TCCs Jorge Arlan de Oliveira Pereira, a maioria dos formandos deu prioridade ao desenvolvimento dos PEXs.

Os alunos, ao final da pesquisa, precisam construir um artigo, que no início do próximo ano serão reunidos em um livro científico. “É importante que eles tenham consciência de que a realização de um bom TCC representa um grande avanço nos seus conhecimentos individuais e uma contribuição ao conhecimento coletivo”, afirma o coordenador.

Ele afirma ainda que os TCCs apresentam temáticas bem interessantes e com diversidade de conteúdo. “Espero que o resultado final das pesquisas confirme nossas expectativas”, conclui.

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PEX e TCC: a inclusão das mulheres nos programas de rádio

5 05 2008

O projeto experimental (PEX) da acadêmica de jornalismo Cristiane Rosset é um produto midiático composto por um programa de rádio e material impresso. Pensando em um futuro melhor e nas conseqüências que o homem vem causando ao planeta terra, Cristiane tem como tema do seu projeto “Meio Ambiente e preservação nas ondas do rádio”.

O objetivo do trabalho é conscientizar as pessoas sobre certos cuidados que devem ser tomados no dia-a-dia para que o futuro dos descendentes seja preservado e que tenham qualidade. Este tema vai ser desenvolvido através de um programa de rádio.

A acadêmica conta que a maior dificuldade para a realização do trabalho é a falta de tempo para realizar as pesquisas. Cristiane trabalha em uma emissora de rádio em Chapecó e tem muitas atividades para desenvolver fora da sala de aula e por isso a falta de tempo esta sendo o seu maior inimigo.

Ao mesmo tempo, Cristiane está realizando o trabalho de conclusão de curso (TCC) e o tema do trabalho é “A VOZ FEMININA NAS ONDAS DO RÁDIO: A presença das mulheres nas emissoras de rádios de Chapecó”. O assunto abordado é a participação da mulher como locutora/apresentadora de programas de rádio e a acadêmica conta ainda que sua maior dificuldade está sendo a pesquisa de campo.

Para Cristiane, o tema foi escolhido pelo fato dela trabalhar em uma rádio, por ser mulher e por ter a oportunidade de produzir um material de pesquisa sobre algo que é tão importante, que são as conquistas das mulheres.

O objetivo principal do TCC é saber um pouco mais de como se deu essa participação da mulher no meio rádio, os preconceitos, os desafios enfrentados e suas vitórias e derrotas nos dias atuais. Além de produzir uma pesquisa para que posteriormente mais pessoas tenham acesso a esse tipo de informação, visto que, pouco material referente ao trabalho feminino nas rádios chapecoenses foi encontrado.





Seminário de Atualidade 2008: um espaço para discussões no curso de jornalismo

23 04 2008

Discutir questões da atualidade que possam ser geradoras de conhecimento e ouvir diversas opiniões sobre um mesmo tema são fatores importantes na vida de qualquer “aspirante” a jornalista. O Seminário de Atualidade, promovido anualmente pelo curso de Jornalismo, procura sempre trazer aos acadêmicos a possibilidade para este tipo de aprendizado.

A edição deste ano inicia no dia 22 de abril. Terá como foco para as discussões o tema “As expressões marcantes na literatura, na música e no cinema brasileiro”. Para o primeiro dia estará presente o palestrante Maurício Monteiro, professor de Música do Conservatório Musical do Brooklin, que vai falar aos presentes sobre “Música e brasilidade: do lundu ao funk”. No dia 23 as discussões apóiam-se em dois temas: “Um cenário do cinema no Brasil: raízes, impactos e perspectivas” e “O significado de Glauber Rocha para o cinema brasileiro”, com o sociólogo e professor universitário Sérgio Santeiro. Para este dia também está programada a exibição de filmes curta-metragens para posterior discussão sobre conteúdo e forma.

No terceiro dia, além da palestra “Obras que disseram o Brasil”, com o escritor Paulo Seben, haverá o painel “Expressões marcantes: outros olhares” com a participação do professor de letras da Unochapecó Valdir Prigol, do teatrólogo Avito Darci Correa e do especialista em cinema João Fernando Lucas.

O último dia encerra o cronograma do Seminário com a explanação da jornalista e mestre em Antropologia Social Cláudia Lago, que falará sobre “O ethos romântico do Jornalismo percebido pelo cinema”.

Todas as discussões acontecem no auditório do bloco G e iniciam às 8h. É válido lembrar que a participação dos acadêmicos de jornalismo é indispensável uma vez que é obrigatória para conclusão do curso e recebimento do diploma.





PEX: Hora de mostrar habilidades jornalísticas

17 04 2008

Os formandos desse semestre estão desenvolvendo ao todo oito Projetos Experimentais (PEXs). Os temas são variados e incluem rádio, vídeo, impresso, assessoria de imprensa e projeto editorial. As bancas serão de 16 a 21 de junho. Os alunos devem entregar os projetos até dia 13 do mesmo mês.

Junto aos PEXs, os formandos deverão entregar um relatório sobre todo o processo de produção. De acordo com a professora Ilka Goldschmidt, coordenadora dos projetos, “a intenção é possibilitar ao aluno justificar, argumentar as decisões editoriais, jornalísticas tomadas ao longo do processo e refletir sobre as etapas e o ‘produto’ final”.

Os alunos se encontram na fase de produção. Eles também estão envolvidos no desenvolvimento dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) e, por isso, estão em uma luta contra o tempo para que tudo ocorra da melhor maneira possível.

A professora Ilka aconselha que os formandos se dediquem e deêm o máximo de si. “É hora de mostrar como as habilidades técnicas e discursivas adquiridas e desenvolvidas ao longo do curso podem determinar um trabalho de excelência jornalística”, conclui.





Vida de estudante!

16 04 2008

Letícia Farias, acadêmica do 9º período de Jornalismo.





Atrasado, mas tá valendo.

10 04 2008

É tão engraçado como quase tudo, menos jornalista, vira notícia. Alguns lembraram sim, até deram um tapinha nas costas daquele colega e blábláblá. E não falo de comemoração, mas de um momento de reflexão pessoal sobre o real papel que estamos, ou que deveríamos, ou que vamos cumprir como jornalistas e formadores de opinião.

No dia 7, foi comemorado um dos nossos três dias comemorativos (eita gente que se sente importante), o Dia do Jornalista.

A data foi estipulada pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) em homenagem ao jornalista e médico João Batista Líbero Badaró, morto em São Paulo, em novembro de 1830, por inimigos políticos. Curiosamente, o Dia do Jornalista é também comemorado no dia 24 de janeiro, por ser a data do padroeiro da profissão, São Francisco de Sales, e no dia 29 de janeiro, como homenagem ao jornalista José do Patrocínio. Com tanta data comemorativa, tá na hora de fazer acontecer, não acham?

Quem sabe é hora de olhar por cima da superficialidade da imprensa em geral, estudar novos focos, quem sabe criar motivação para fazer um jornalismo de humildade e de respeito. Talvez seja um bom momento para descer do palco, deixar de sonhar com o estrelato e usar e abusar dos espaços democráticos que estão no alcance de nossas mãos para tratarmos de causas que realmente importam.

Atrasado, mas cheio de boas intenções, aí vai o nosso parabéns a todos os jornalistas e futuros colegas de profissão.





TCC: A condição do mendigo na sociedade chapecoense, segundo editorias do jornal Folha D’Oeste

3 04 2008

O trabalho de conclusão de curso (TCC) e também o Projeto Experimental (PEX) da acadêmica Ana Paula Eckert, do nono período, é analisar uma coluna no antigo jornal Folha d´Oeste, veiculado em Chapecó no período de 1966 a 1968. O nome da coluna era “Escritas de Tutée”, que falava sobre a vida dos mendigos chapecoenses.

Tutée era um mendigo e a coluna no jornal recebeu esse nome para criticar as pessoas que moravam nas ruas. Nos anos de veiculação do jornal, Chapecó, em pleno desenvolvimento, ficou conhecida como Cidade das Rosas. As críticas aos mendigos se davam porque a cidade não queria seu lado negativo exposto em praça pública.

A coluna, que se diz ser escrita pelo mendigo Tutée, é o tema central da pesquisa, baseada em análise do discurso. O objetivo do trabalho para a acadêmica é de fato saber como o mendigo era retratado perante a sociedade, analisar os editoriais para saber se Tutée era quem escrevia para a coluna ou se era um personagem que o jornal usou para criticar essas pessoas. Além disso, entender o que a coluna “Escritas de Tutée” realmente queria dizer e analisar o pensamento do jornal.